Deve ter sido a primeira vez, confesso, que reparei neste espaço. Meio perdida na Serra de Sintra, por entre Colares e a Vila, notei nos vários carros e autocarros parados num parque, com a indicação de "entrada" do lado direito.
Não me fiz rogada: estacionei o carro e entrei naquele portão típico de Sintra, aberto para um passeio místico e inesquecível.
O jardim tem inúmeras influências de todo o mundo, com espaços dedicados ao México, África, Austrália ou Japão.
Depois, cruzamo-nos com uma falsa ruína de uma capela, um relvado gigantesco que faz as delícias dos miúdos (e graúdos) que querem rebolar por lá, um jardim de rosas que na primavera deve ser aromaticamente delicioso, e inúmeras vegetações e árvores imponentes, como os sobreiros, medronheiros e azevinhos.
Tem ainda lagos e ladeiras para brincar e meditar.
E um palácio fenomenal. De arquitetura romântica, nota-se na sua construção influências góticas, indianas e mouriscas, onde os motivos exóticos se estendem harmoniosamente ao longo dos jardins.
Apesar de não ser tão falado ou conhecido como o Palácio da Pena ou Seteais, é um espaço que merece ser visitado - e degustado.
Agradeço à minha falta de orientação por me ter levado, por equívoco, às portas deste Palácio.
Não me fiz rogada: estacionei o carro e entrei naquele portão típico de Sintra, aberto para um passeio místico e inesquecível.
O jardim tem inúmeras influências de todo o mundo, com espaços dedicados ao México, África, Austrália ou Japão.
Depois, cruzamo-nos com uma falsa ruína de uma capela, um relvado gigantesco que faz as delícias dos miúdos (e graúdos) que querem rebolar por lá, um jardim de rosas que na primavera deve ser aromaticamente delicioso, e inúmeras vegetações e árvores imponentes, como os sobreiros, medronheiros e azevinhos.
Tem ainda lagos e ladeiras para brincar e meditar.
E um palácio fenomenal. De arquitetura romântica, nota-se na sua construção influências góticas, indianas e mouriscas, onde os motivos exóticos se estendem harmoniosamente ao longo dos jardins.
Apesar de não ser tão falado ou conhecido como o Palácio da Pena ou Seteais, é um espaço que merece ser visitado - e degustado.
Agradeço à minha falta de orientação por me ter levado, por equívoco, às portas deste Palácio.
Passeio por Monserrate, e visita ao seu palácio
By Carla
Normalmente em Agosto costumamos tirar uns dias e ir até aos Algarves. Mas este ano resolvemos inovar, e refrescarmo-nos e divertimo-nos nas praias fluviais da zona de Belver. Foi quase uma semana de descoberta e espanto - há tantos espaços lindos no nosso país!, e felizmente bem mais tranquilos que a confusão típica de Albufeira e Portimão.
Além dessa tranquilidade, realce para a beleza das paisagens, águas transparentes e surpreendentemente não tão frias quanto eu imaginava, e um bem estar generalizado. Sem dúvida a repetir.
Mas onde estivemos nós, afinal?
Praia fluvial de Ortiga
Praia fluvial no concelho de Mação e construída na Barragem de Belver, apresenta excelentes infraestuturas de apoio como um bar, piscina flutuante, cais de embarque, balneários e um posto médico. Aqui é possível agendar atividades desportivas aquáticas e de lazer, como andar numa canoa ou stand up paddle.
Fica numa zona bastante acidentada, cujo acesso é quase exclusivamente pedonal (tentámos ir com o carro e arrependemo-nos de imediato!!).
Mas lá conseguimos chegar e descobrir este monumento de interesse concelhio, composto por 7 esteios de grandes dimensões, alguns dos quais tombados.
Praia da Quinta do Alamal
Com vista para o Castelo de Belver, é um espaço mágico e muito bem preservado, proporcionando aos seus visitantes um bom momento de lazer. Composto por excelentes infraestuturas, destaco o café / restaurante, balneários, acesso pedonal e posto médico. É ainda possível acampar neste local, mediante requerimento prévio à Câmara do Gavião.
Além dessa tranquilidade, realce para a beleza das paisagens, águas transparentes e surpreendentemente não tão frias quanto eu imaginava, e um bem estar generalizado. Sem dúvida a repetir.
Mas onde estivemos nós, afinal?
Praia fluvial de Ortiga
Praia fluvial no concelho de Mação e construída na Barragem de Belver, apresenta excelentes infraestuturas de apoio como um bar, piscina flutuante, cais de embarque, balneários e um posto médico. Aqui é possível agendar atividades desportivas aquáticas e de lazer, como andar numa canoa ou stand up paddle.
Belver e o seu castelo
Localizada no concelho do Gavião, Belver é uma pequena aldeia repleta de misticismo e beleza, de onde se destaca o seu castelo com vista para o Tejo.
Infelizmente, à hora em que lá estivemos encontrámos as suas portas fechadas ao público... mas ainda assim deu para perceber a imponência deste espaço. E ganhámos mais um motivo para lá voltar!
Anta do Penedo Gordo
Fica numa zona bastante acidentada, cujo acesso é quase exclusivamente pedonal (tentámos ir com o carro e arrependemo-nos de imediato!!).
Mas lá conseguimos chegar e descobrir este monumento de interesse concelhio, composto por 7 esteios de grandes dimensões, alguns dos quais tombados.
Praia da Quinta do Alamal
Com vista para o Castelo de Belver, é um espaço mágico e muito bem preservado, proporcionando aos seus visitantes um bom momento de lazer. Composto por excelentes infraestuturas, destaco o café / restaurante, balneários, acesso pedonal e posto médico. É ainda possível acampar neste local, mediante requerimento prévio à Câmara do Gavião.
Um mergulho à volta de Belver
By Carla
O passeio que estava agendado para este dia era para ser às grutas de Mira D'Aire. Até porque têm ligação direta às Piscinas de Mira D'Aire, onde seria passada a 2ª parte do dia.
Mas um erro de orientação levou-nos até estas grutas, não muito longe do destino inicial.
Parece que a sina deste espaço é ser descoberto por acaso. Que foi o que aconteceu em 1955, quando dois homens trabalhavam na Pedra do Altar, em plena Serra de Minde. Contudo, pelo tamanho de muitas estalactites e estalagmites (que crescem à média de 1cm por cada 100 anos), prevê-se que este espaço exista há já mais de 50.000 anos.
Um local muito bonito, com direito a mais de uma hora de visita guiada. Vale a pena visitar.
Mas um erro de orientação levou-nos até estas grutas, não muito longe do destino inicial.
Parece que a sina deste espaço é ser descoberto por acaso. Que foi o que aconteceu em 1955, quando dois homens trabalhavam na Pedra do Altar, em plena Serra de Minde. Contudo, pelo tamanho de muitas estalactites e estalagmites (que crescem à média de 1cm por cada 100 anos), prevê-se que este espaço exista há já mais de 50.000 anos.
Um local muito bonito, com direito a mais de uma hora de visita guiada. Vale a pena visitar.
Grutas de Santo António
By Carla
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