Que o Tejo é lindo, isso não há dúvidas. Além do rio em si, também as suas margens e paisagem envolvente deixam qualquer um boquiaberto.
Felizmente que as Câmaras e terras banhadas por este rio já se aperceberam das potencialidades do Tejo e das suas zonas ribeirinhas, e já começam a potencializar e a dinamizar a envolvente.
Hoje, por exemplo, fui dar uma volta até à Praia dos Pescadores, na Póvoa de Santa Iria. Tinha visto na net que há lá uns passadiços novos, por isso aproveitando algum sol que se sentiu durante a tarde fui conhecer esta zona.
Ainda não estão terminados, os passadiços. Penso até que a Câmara de Vila Franca de Xira queira terminar os passadiços conforme os vários trilhos existentes por ali. Mas que o que já existe é digno de passeio, disso não há dúvidas.
É possível percorrer vários trilhos, com diferentes distâncias. Ou simplesmente ficarmos pelo passadiço, e contemplarmos o rio e as aves que por ali habitam.
Recomendo vivamente.
Felizmente que as Câmaras e terras banhadas por este rio já se aperceberam das potencialidades do Tejo e das suas zonas ribeirinhas, e já começam a potencializar e a dinamizar a envolvente.
Hoje, por exemplo, fui dar uma volta até à Praia dos Pescadores, na Póvoa de Santa Iria. Tinha visto na net que há lá uns passadiços novos, por isso aproveitando algum sol que se sentiu durante a tarde fui conhecer esta zona.
Ainda não estão terminados, os passadiços. Penso até que a Câmara de Vila Franca de Xira queira terminar os passadiços conforme os vários trilhos existentes por ali. Mas que o que já existe é digno de passeio, disso não há dúvidas.
É possível percorrer vários trilhos, com diferentes distâncias. Ou simplesmente ficarmos pelo passadiço, e contemplarmos o rio e as aves que por ali habitam.
Recomendo vivamente.
Passadiços do Tejo
By Carla
Fragata operacional entre 1845 e 1878, foi o último navio de guerra da Marinha Portuguesa inteiramente à vela.
Navegou durante 33 anos, sendo utilizado no transporte de tropas, colonos e degrados para Angola, Moçambique e Índia; participou em manobras navais de guerra durante o Ultramar e serviu de escola de Artilharia Naval
E 1963, um violento incêndio destruiu parte do navio, ficando ao abandono no Tejo. Já nos anos 90, a Marinha Portuguesa recuperou-o, recorrendo ao Arsenal do Alfeite e aos estaleiros Rio-marine de Aveiro.
Atualmente, é um navio-museu atracado em Almada, junto ao cais de Cacilhas. O custo para o poder visitar é de 5 euros, para adultos, e de 2,50€ para crianças entre os 4 e os 15 anos. Um valor mais que justo para conhecer e apreciar este espaço.
Navegou durante 33 anos, sendo utilizado no transporte de tropas, colonos e degrados para Angola, Moçambique e Índia; participou em manobras navais de guerra durante o Ultramar e serviu de escola de Artilharia Naval
E 1963, um violento incêndio destruiu parte do navio, ficando ao abandono no Tejo. Já nos anos 90, a Marinha Portuguesa recuperou-o, recorrendo ao Arsenal do Alfeite e aos estaleiros Rio-marine de Aveiro.
Atualmente, é um navio-museu atracado em Almada, junto ao cais de Cacilhas. O custo para o poder visitar é de 5 euros, para adultos, e de 2,50€ para crianças entre os 4 e os 15 anos. Um valor mais que justo para conhecer e apreciar este espaço.
Fragata D. Fernando II e Glória
By Carla
Deve ter sido a primeira vez, confesso, que reparei neste espaço. Meio perdida na Serra de Sintra, por entre Colares e a Vila, notei nos vários carros e autocarros parados num parque, com a indicação de "entrada" do lado direito.
Não me fiz rogada: estacionei o carro e entrei naquele portão típico de Sintra, aberto para um passeio místico e inesquecível.
O jardim tem inúmeras influências de todo o mundo, com espaços dedicados ao México, África, Austrália ou Japão.
Depois, cruzamo-nos com uma falsa ruína de uma capela, um relvado gigantesco que faz as delícias dos miúdos (e graúdos) que querem rebolar por lá, um jardim de rosas que na primavera deve ser aromaticamente delicioso, e inúmeras vegetações e árvores imponentes, como os sobreiros, medronheiros e azevinhos.
Tem ainda lagos e ladeiras para brincar e meditar.
E um palácio fenomenal. De arquitetura romântica, nota-se na sua construção influências góticas, indianas e mouriscas, onde os motivos exóticos se estendem harmoniosamente ao longo dos jardins.
Apesar de não ser tão falado ou conhecido como o Palácio da Pena ou Seteais, é um espaço que merece ser visitado - e degustado.
Agradeço à minha falta de orientação por me ter levado, por equívoco, às portas deste Palácio.
Não me fiz rogada: estacionei o carro e entrei naquele portão típico de Sintra, aberto para um passeio místico e inesquecível.
O jardim tem inúmeras influências de todo o mundo, com espaços dedicados ao México, África, Austrália ou Japão.
Depois, cruzamo-nos com uma falsa ruína de uma capela, um relvado gigantesco que faz as delícias dos miúdos (e graúdos) que querem rebolar por lá, um jardim de rosas que na primavera deve ser aromaticamente delicioso, e inúmeras vegetações e árvores imponentes, como os sobreiros, medronheiros e azevinhos.
Tem ainda lagos e ladeiras para brincar e meditar.
E um palácio fenomenal. De arquitetura romântica, nota-se na sua construção influências góticas, indianas e mouriscas, onde os motivos exóticos se estendem harmoniosamente ao longo dos jardins.
Apesar de não ser tão falado ou conhecido como o Palácio da Pena ou Seteais, é um espaço que merece ser visitado - e degustado.
Agradeço à minha falta de orientação por me ter levado, por equívoco, às portas deste Palácio.
Passeio por Monserrate, e visita ao seu palácio
By Carla
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