Ir à praia das Maçãs, só por si, já é um passeio memorável. A viagem de Sintra até à praia, a vila, a própria praia, são um regalo para a vista e para a boa disposição.
Mas nunca lá tinha ido no elétrico de Sintra. Por isso, juntámos amigos e a mesma vontade e fomos para uma aventura que dificilmente esqueceremos.
O elétrico faz a viagem num total de cerca de 40 minutos. Na maioria da viagem, há só um carril para os 2 elétricos (o que faz a viagem Sintra - Praia das Maçãs e o que percorre o caminho inverso), pelo que tem de haver muita sincronização nas viagens e paragens, para que tudo corra bem. Foi o que não aconteceu.
À passagem pelo Centro de Ciência Viva de Sintra, um automóvel estacionado em cima do carril fez o nosso elétrico parar, durante uns bons 10 minutos. Até que o condutor e passageiros resolveram encontrar a solução para o mau estacionamento: levantar o automóvel e tirá-lo da sua zona atual. Ora esta opção demorou algum tempo a ser cumprida. E quando finalmente ficámos com a linha desocupada, já o outro elétrico estava a chegar. Resultado? Nós passámos... mas o condutor esqueceu-se de repor o freio, o que levou a um descarrilamento do elétrico que se dirigia a Sintra. Mas isto só soubemos mais tarde.
Com o atraso provocado, o condutor acelerou ao máximo (que ainda assim não é nada de especial, a nível de velocidade): mas a chiadeira provocada foi quase insurdecedora, levando a uma viagem apreciada pela paisagem mas dolorosa para os ouvidos.
À chegada à praia, o condutor informou.nos então o que não imaginávamos: não contássemos com viagem de regresso, pois o outro elétrico tinha descarrilado, sendo que não havia muito provavelmente tempo para, ainda durante o dia, corrigir este problema.
E agora?
Autocarros também não havia, só 2 adultas com 4 crianças entretanto amuadas ante a possibilidade de regressar a Sintra a pé.
Aproveitámos para passear pela vila, lanchar num dos seus miradouros, enquanto controlávamos a possível passagem de autocarros... que teimavam em não aparecer.
Ao fim de umas duas horas, decidimos que o melhor seria mesmo por pés a caminho e regressar a Sintra on our own. Afinal, seriam cerca de 12 kms, o que com crianças ainda significaria umas boas 3 a 4 horas de caminhadas. Vamos lá!
Só que, ainda não tinham passado 2 quilómetros de caminhada, descansávamos numa paragem de autocarros (onde estão os autocarros????), quando de repente... elétrico ao fundo, em direção a Sintra!!!
Reação? Ir para o meio da estrada, a gritar, e a pedir para o elétrico parar! O condutor reconheceu-nos, perguntou o quase óbvio "vão para Sintra?", perguntámos se podíamos subir, e lá ouvimos um "claro, mas têm de se despachar". "Ah e o bilhete?" deixe estar, pagam na próxima!
Foi uma autêntica aventura! Fica para a história este passeio até à praia das maçãs, e o seu elétrico!
Mas nunca lá tinha ido no elétrico de Sintra. Por isso, juntámos amigos e a mesma vontade e fomos para uma aventura que dificilmente esqueceremos.
O elétrico faz a viagem num total de cerca de 40 minutos. Na maioria da viagem, há só um carril para os 2 elétricos (o que faz a viagem Sintra - Praia das Maçãs e o que percorre o caminho inverso), pelo que tem de haver muita sincronização nas viagens e paragens, para que tudo corra bem. Foi o que não aconteceu.
À passagem pelo Centro de Ciência Viva de Sintra, um automóvel estacionado em cima do carril fez o nosso elétrico parar, durante uns bons 10 minutos. Até que o condutor e passageiros resolveram encontrar a solução para o mau estacionamento: levantar o automóvel e tirá-lo da sua zona atual. Ora esta opção demorou algum tempo a ser cumprida. E quando finalmente ficámos com a linha desocupada, já o outro elétrico estava a chegar. Resultado? Nós passámos... mas o condutor esqueceu-se de repor o freio, o que levou a um descarrilamento do elétrico que se dirigia a Sintra. Mas isto só soubemos mais tarde.
Com o atraso provocado, o condutor acelerou ao máximo (que ainda assim não é nada de especial, a nível de velocidade): mas a chiadeira provocada foi quase insurdecedora, levando a uma viagem apreciada pela paisagem mas dolorosa para os ouvidos.
À chegada à praia, o condutor informou.nos então o que não imaginávamos: não contássemos com viagem de regresso, pois o outro elétrico tinha descarrilado, sendo que não havia muito provavelmente tempo para, ainda durante o dia, corrigir este problema.
E agora?
Autocarros também não havia, só 2 adultas com 4 crianças entretanto amuadas ante a possibilidade de regressar a Sintra a pé.
Aproveitámos para passear pela vila, lanchar num dos seus miradouros, enquanto controlávamos a possível passagem de autocarros... que teimavam em não aparecer.
Ao fim de umas duas horas, decidimos que o melhor seria mesmo por pés a caminho e regressar a Sintra on our own. Afinal, seriam cerca de 12 kms, o que com crianças ainda significaria umas boas 3 a 4 horas de caminhadas. Vamos lá!
Só que, ainda não tinham passado 2 quilómetros de caminhada, descansávamos numa paragem de autocarros (onde estão os autocarros????), quando de repente... elétrico ao fundo, em direção a Sintra!!!
Reação? Ir para o meio da estrada, a gritar, e a pedir para o elétrico parar! O condutor reconheceu-nos, perguntou o quase óbvio "vão para Sintra?", perguntámos se podíamos subir, e lá ouvimos um "claro, mas têm de se despachar". "Ah e o bilhete?" deixe estar, pagam na próxima!
Foi uma autêntica aventura! Fica para a história este passeio até à praia das maçãs, e o seu elétrico!
Praia da Maçãs - via Elétrico de Sintra
By Carla
Junho em Lisboa cheira a festa e a sardinhas, a cores e a manjerico.
Os miúdos nunca tinham ido; por isso, aproveitámos a época e o final de sábado para irmos comer uma sardinha no pão (no caso deles, uma bifana no pão), bailar e passear por Alfama.
E não é que eles gostaram?
Os miúdos nunca tinham ido; por isso, aproveitámos a época e o final de sábado para irmos comer uma sardinha no pão (no caso deles, uma bifana no pão), bailar e passear por Alfama.
E não é que eles gostaram?
Fomos aos Santos
By Carla
Quem vive em Lisboa, quer fazer um passeio com crianças e não se lembra, assim de repente, onde os levar, tem sempre uma das 3 alternativas: ou o Monsanto, ou Sintra ou a Expo.
Decidi-me pela terceira alternativa.
Aproveitando uma exposição de Dinossauros que por lá está, fomos passear pelas ruas e jardins da zona oriente de Lisboa.
Nunca este passeio nos deixa ficar mal!
Decidi-me pela terceira alternativa.
Aproveitando uma exposição de Dinossauros que por lá está, fomos passear pelas ruas e jardins da zona oriente de Lisboa.
Nunca este passeio nos deixa ficar mal!
Passeio à Expo
By Carla
Fica no Bombarral, tem mais de 35 hectares (i.e, enoooorme!!), foi idealizado por Joe Bernardo e foi uma oportunidade para recuperar alguns dos budas (quase) destruídos em Bayman em 2001, quando o Governo Talibã decidiu acabar com muitos monumentos classificados como património mundial.
É, pois, um parque / jardim único, que chama a contemplação e a reflexão, e nos transmite uma tranquilidade única.
A única coisa a melhorar: colocação de bebedouros. Fomos lá num dia primaveril e saímos do jardim completamente secos... imaginem se fosse no pico do verão!!!
É, pois, um parque / jardim único, que chama a contemplação e a reflexão, e nos transmite uma tranquilidade única.
A única coisa a melhorar: colocação de bebedouros. Fomos lá num dia primaveril e saímos do jardim completamente secos... imaginem se fosse no pico do verão!!!
Jardim da Paz - aka Buddha Eden Garden, Bombarral
By Carla
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