Há uma baía, no centro de Portugal, que além de ter uma ligação estreita ao oceano atlântico, liga também 2 concelhos: Alcobaça e Caldas da Rainha.
Do lado norte, temos S. Martinho do Porto, uma vila / freguesia de Alcobaça tipicamente turística, procura para umas boas semanas de veraneio, com uma avenida que acompanha a praia e que faz as delícias de quem a visita.
Do lado sul, temos Salir do Porto, outrora freguesia mas atualmente uma povoação das Caldas da Rainha, pertencente à freguesia da Tornada.
Ambas estas povoações partilham uma baía calma e de beleza rara. Ambas partilham também um passadiço que liga as duas praias principais (a praia de S. Martinho e a praia fluvial do Rio Tornada).
S. Martinho oferece um espaço pensado para o turista e para as famílias que procuram uma praia ideal para os mais novos.
Salir tem a maior duna da Europa, com mais de 50 metros, e um miradouro que nos permite visualizar ambas as localidades.
Estivemos lá agora, Inverno, e prometemo-nos voltar no Verão.
Não há palavras para descrever a beleza desta zona. As fotos revelam alguma da muita beleza que por aqui existe.
Recomendamos!
S. Martinho do Porto - avenida principal
Praia / baía de S. Martinho
Duna de Salir do Porto
Praia fluvial de Salir do Porto
Passadiço que liga Salir a S. Martinho
Vista do Miradouro de Salir
Do lado norte, temos S. Martinho do Porto, uma vila / freguesia de Alcobaça tipicamente turística, procura para umas boas semanas de veraneio, com uma avenida que acompanha a praia e que faz as delícias de quem a visita.
Do lado sul, temos Salir do Porto, outrora freguesia mas atualmente uma povoação das Caldas da Rainha, pertencente à freguesia da Tornada.
Ambas estas povoações partilham uma baía calma e de beleza rara. Ambas partilham também um passadiço que liga as duas praias principais (a praia de S. Martinho e a praia fluvial do Rio Tornada).
S. Martinho oferece um espaço pensado para o turista e para as famílias que procuram uma praia ideal para os mais novos.
Salir tem a maior duna da Europa, com mais de 50 metros, e um miradouro que nos permite visualizar ambas as localidades.
Estivemos lá agora, Inverno, e prometemo-nos voltar no Verão.
Não há palavras para descrever a beleza desta zona. As fotos revelam alguma da muita beleza que por aqui existe.
Recomendamos!
S. Martinho do Porto - avenida principal
Praia / baía de S. Martinho
Duna de Salir do Porto
Praia fluvial de Salir do Porto
Passadiço que liga Salir a S. Martinho
Vista do Miradouro de Salir
A baía de S. Martinho do Porto e de Salir do Porto
By Carla
A primeira vez (e única vez, acho) que fui à Nazaré fiquei com a memória de umas fotos perto de uns barcos, na praia da vila, e com a imagem de um morro gigantesco do lado direito. Mais nada.
Por isso, decidi por estes dias revisitar esta terra, de pescadores e lendas e orações.
Devo confessar que a vila me surpreendeu pela positiva. Apesar de um cariz marcadamente turístico, continua com um ar pitoresco e piscatório, marcado pelas mulheres de 7 saias com quem nos vamos cruzamos ao longo das ruelas.
Está mais moderna, esta terra: tem um elevador que liga o Sítio à Praia, o Big Wave Nazaré Challenge, uma melhor identificação de pontos de interesse, miradouros e igrejas. Ainda assim, é impossível ficar indiferente às suas ruas estreitas, ao Santuário ou ao Museu do Peixe seco.
Fomos lá e queremos lá voltar. Nem que seja para revisitar espaços como:
Miradouro do Suberco - o miradouro mais famoso da Nazaré
Big Wave Nazaré Challenge - fica a caminho do Farol da Nazaré, e é o local onde milhares de pessoas se juntam para ver McNamara a surfar as famosíssimas ondas desta zona do país
Praia da Nazaré - a acompanhar a avenida marginal, os barcos típicos que lá estão desde que eu tinha 10 anos, o Museu do Peixe seco e as suas vendedoras
A Vila - onde continuamos a encontrar as mulheres das 7 saias, figuras típicas desta vila. Para quem não sabe, diz a lenda que as nazarenas tinham o costume de esperar os maridos e filhos, da volta da pesca, na praia, sentadas na areia, passando aí horas de vigília. Usavam por isso as 7 saias para se protegerem da maresi: as de cima para tapar a cabeça e ombros, as restantes para tapar as pernas.
Por isso, decidi por estes dias revisitar esta terra, de pescadores e lendas e orações.
Devo confessar que a vila me surpreendeu pela positiva. Apesar de um cariz marcadamente turístico, continua com um ar pitoresco e piscatório, marcado pelas mulheres de 7 saias com quem nos vamos cruzamos ao longo das ruelas.
Está mais moderna, esta terra: tem um elevador que liga o Sítio à Praia, o Big Wave Nazaré Challenge, uma melhor identificação de pontos de interesse, miradouros e igrejas. Ainda assim, é impossível ficar indiferente às suas ruas estreitas, ao Santuário ou ao Museu do Peixe seco.
Fomos lá e queremos lá voltar. Nem que seja para revisitar espaços como:
Miradouro do Suberco - o miradouro mais famoso da Nazaré
Big Wave Nazaré Challenge - fica a caminho do Farol da Nazaré, e é o local onde milhares de pessoas se juntam para ver McNamara a surfar as famosíssimas ondas desta zona do país
Praia da Nazaré - a acompanhar a avenida marginal, os barcos típicos que lá estão desde que eu tinha 10 anos, o Museu do Peixe seco e as suas vendedoras
A Vila - onde continuamos a encontrar as mulheres das 7 saias, figuras típicas desta vila. Para quem não sabe, diz a lenda que as nazarenas tinham o costume de esperar os maridos e filhos, da volta da pesca, na praia, sentadas na areia, passando aí horas de vigília. Usavam por isso as 7 saias para se protegerem da maresi: as de cima para tapar a cabeça e ombros, as restantes para tapar as pernas.
Nazaré
By Carla
Em Mora, pleno alto Alentejo, há um parque ecológico surpreendente e cativante. Chama-se Parque Ecológico do Gameiro, fica junto ao Rio Raia, o seu principal polo turístico é o Fluviário de Mora, mas tem tanto para oferecer que é quase obsceno resumir os seus pontos de interesse ao Fluviário construído há cerca de 10 anos.
Além da Barragem e do Fluviário, os visitantes têm ao seu dispor um parque de campismo, uma praia fluvial, campo de futebol, um passadiço com cerca de 5km de extensão, e um espaço único para retemperar energias.
Mas não se sintam mal: nós também descobrimos este spot por acaso, quando passeávamos por esta zona. A verdade é que não está muito promovido (e, em parte, ainda bem, que assim mantém um ar semi selvagem); no entanto, um dia passado aqui é mais que motivo para querer voltar, no verão ou noutra altura do ano qualquer.
Havemos, pois, de lá voltar para uns mergulhos.
Até lá, fica o registo fotográfico conseguido hoje:
Barragem e praia fluvial
Passadiço de madeira:
Fluviário de Mora:
Além da Barragem e do Fluviário, os visitantes têm ao seu dispor um parque de campismo, uma praia fluvial, campo de futebol, um passadiço com cerca de 5km de extensão, e um espaço único para retemperar energias.
Mas não se sintam mal: nós também descobrimos este spot por acaso, quando passeávamos por esta zona. A verdade é que não está muito promovido (e, em parte, ainda bem, que assim mantém um ar semi selvagem); no entanto, um dia passado aqui é mais que motivo para querer voltar, no verão ou noutra altura do ano qualquer.
Havemos, pois, de lá voltar para uns mergulhos.
Até lá, fica o registo fotográfico conseguido hoje:
Barragem e praia fluvial
Passadiço de madeira:
Fluviário de Mora:
Parque Ecológico do Gameiro, Mora
By Carla
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