Morar em Lisboa tem uma tradição natalícia muito própria: ir ver as Luzes de Natal na semana antes da Consoada.
Lisboa tem estado em obras, e há muitas ruas quase interditas aos automóveis "civis", por isso o ideal mesmo é fazer uma espécie de caminhada - assim sempre se destroem algumas calorias e se consegue ver melhor as decorações natalícias.
Ontem, talvez por ser sábado, por não estar a chover e a temperatura nem estar muito baixa, ou se por (coincidência ou não) haver vários grupos a organizar caminhadas natalícias, a verdade é que Lisboa estava um caos... a nível de pessoas. Milhares e milhares olhavam os edifícios e céus, de telemóvel e/ou câmara em riste, à procura do melhor disparo. E quando eu digo milhares, não estou a mentir - de tal forma que até havia polícias a cortar o trânsito para as pessoas poderem passar!
Nós também lá estivemos, depois de jantar, de máquina em riste a tentar tirar algumas fotos para mais tarde recordar. Não vimos muito (o videomapping, p.ex, ou o mercadinho de Natal que está no Rossio) - mas sempre é um bom motivo para lá voltar e procurar outras decorações.
Para já, ficamos com este registo:
Lisboa tem estado em obras, e há muitas ruas quase interditas aos automóveis "civis", por isso o ideal mesmo é fazer uma espécie de caminhada - assim sempre se destroem algumas calorias e se consegue ver melhor as decorações natalícias.
Ontem, talvez por ser sábado, por não estar a chover e a temperatura nem estar muito baixa, ou se por (coincidência ou não) haver vários grupos a organizar caminhadas natalícias, a verdade é que Lisboa estava um caos... a nível de pessoas. Milhares e milhares olhavam os edifícios e céus, de telemóvel e/ou câmara em riste, à procura do melhor disparo. E quando eu digo milhares, não estou a mentir - de tal forma que até havia polícias a cortar o trânsito para as pessoas poderem passar!
Nós também lá estivemos, depois de jantar, de máquina em riste a tentar tirar algumas fotos para mais tarde recordar. Não vimos muito (o videomapping, p.ex, ou o mercadinho de Natal que está no Rossio) - mas sempre é um bom motivo para lá voltar e procurar outras decorações.
Para já, ficamos com este registo:
Fomos ver as luzes de Natal de Lisboa (juntamente com meio mundo)
By Carla
Já foi um antigo convento de Carmelitas, localizado na Lapa, em Lisboa. Agora é uma das igrejas mais importantes da cidade, destacando-se a cúpula e as torres gémeas que ladeiam a fachada.
Além do seu interior riquíssimo, permite também ao visitante, por 4 euros, subir quase 200 degraus até chegar ao seu telhado e poder admirar a paisagem que ultrapassa o castelo e perde-se para lá do Tejo.
Depois de uma visita ao Jardim da Estrela, impunha-se esta passagem. Que é realmente obrigatória para todos os que passeiam ou visitam Lisboa.
Além do seu interior riquíssimo, permite também ao visitante, por 4 euros, subir quase 200 degraus até chegar ao seu telhado e poder admirar a paisagem que ultrapassa o castelo e perde-se para lá do Tejo.
Depois de uma visita ao Jardim da Estrela, impunha-se esta passagem. Que é realmente obrigatória para todos os que passeiam ou visitam Lisboa.
Basílica da Estrela
By Carla
Sou lisboeta pura, mas tenho de confessar que, não fosse muitas vezes os passeios com os miúdos, e eu seria a típica alfacinha que pouco conhece a sua cidade (a nível de monumentos e cultura).
P.ex, o Palácio da Ajuda: a primeira vez que o visitei foi há uns 2 anos atrás, quando em conversa com uma amiga e, na tentativa de encontrarmos um passeio onde levar a criançada, nos decidimos por este monumento - e ainda bem que o fizemos, tal a grandeza e luxo que ali podemos contemplar!
Hoje voltei lá, para poder apreciar os seus quartos, galerias, decoração e andar nobre (espaço dedicado às receções de gala).
Para quem não sabe, este palácio foi mandado construir por D. José I, após o terramoto de 1755, para proteção da família real (recusava-se a ficar nos edifícios que se tinham mantido de pé após o sismo). De construção em madeira para melhor resistir aos possíveis abalos sísmicos, ficou conhecido por Paço de Madeira ou Real Barraca (quem diria!!).
No entanto, em 1794 um enorme incêndio destruiu a maior parte do edifício (e recheio incluído); e, como consequência, o príncipe D. João ficou responsável pelas obras que levaram à sua reconstrução, desta vez em pedra e cal, e com traços barrocos e neoclássicos.
Apesar de, com a partida da Corte para o Brasil em 1807, as obras terem abrandado, com a subida ao trono de D. Luís retomou-se a reparação deste enorme palácio, iniciando-se um enorme e longo trabalho de reformulação não só na estrutura como nas paredes, tectos e própria decoração.
Atualmente podemos visitar o Palácio todos os dias entre as 10h e as 18h, sendo que a entrada custa 5 euros por ingresso (exceções podem ser vistas aqui).
Quem lá for, não deixará de se cativar por espaços como estes:
Entrada
Sala do reposteiro (onde o Porteiro da Cana anunciava as visitas):
Sala da Grande Espera
Sala do Despacho (onde o Rei, diariamente, concedia audiências, reunia o Conselho de Estado, e recebia ministros e altas individualidades que o desejavam cumprimentar)
Os aposentos reais
A capela
A sala de jantar
A sala dos jantares grandes
O salão nobre
Nota ainda para o facto de, ao que parece, o Governo finalmente ter dado luz verde para completar as obras de remodelação e finalização deste enorme projeto, mais de 200 anos após o seu início. Até que tal aconteça, aproveitem e visitem este espaço (com ou sem crianças) tal como está: tenho a certeza que vão adorar!
P.ex, o Palácio da Ajuda: a primeira vez que o visitei foi há uns 2 anos atrás, quando em conversa com uma amiga e, na tentativa de encontrarmos um passeio onde levar a criançada, nos decidimos por este monumento - e ainda bem que o fizemos, tal a grandeza e luxo que ali podemos contemplar!
Hoje voltei lá, para poder apreciar os seus quartos, galerias, decoração e andar nobre (espaço dedicado às receções de gala).
Para quem não sabe, este palácio foi mandado construir por D. José I, após o terramoto de 1755, para proteção da família real (recusava-se a ficar nos edifícios que se tinham mantido de pé após o sismo). De construção em madeira para melhor resistir aos possíveis abalos sísmicos, ficou conhecido por Paço de Madeira ou Real Barraca (quem diria!!).
No entanto, em 1794 um enorme incêndio destruiu a maior parte do edifício (e recheio incluído); e, como consequência, o príncipe D. João ficou responsável pelas obras que levaram à sua reconstrução, desta vez em pedra e cal, e com traços barrocos e neoclássicos.
Apesar de, com a partida da Corte para o Brasil em 1807, as obras terem abrandado, com a subida ao trono de D. Luís retomou-se a reparação deste enorme palácio, iniciando-se um enorme e longo trabalho de reformulação não só na estrutura como nas paredes, tectos e própria decoração.
Atualmente podemos visitar o Palácio todos os dias entre as 10h e as 18h, sendo que a entrada custa 5 euros por ingresso (exceções podem ser vistas aqui).
Quem lá for, não deixará de se cativar por espaços como estes:
Entrada
Sala do reposteiro (onde o Porteiro da Cana anunciava as visitas):
Sala da Grande Espera
Sala do Despacho (onde o Rei, diariamente, concedia audiências, reunia o Conselho de Estado, e recebia ministros e altas individualidades que o desejavam cumprimentar)
Os aposentos reais
A capela
A sala de jantar
A sala dos jantares grandes
O salão nobre
Nota ainda para o facto de, ao que parece, o Governo finalmente ter dado luz verde para completar as obras de remodelação e finalização deste enorme projeto, mais de 200 anos após o seu início. Até que tal aconteça, aproveitem e visitem este espaço (com ou sem crianças) tal como está: tenho a certeza que vão adorar!
Palácio Nacional da Ajuda
By Carla
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